Influencial Street Sounds Spectacular

10 12 2007

Oscilando entre uma miscelânea de sonhos quebrados por sombras tenebrosas e quase um quadro “clínico” da paranoia, saltando para a maior das antíteses: o esplendor de uma vista sobre a mais bela das paisagens. Assim descrevo a diversidade da banda sonora que consumo diariamente. Estas paisagens musicais, percorrem vários espaços cheios de harmonia e sonoridades muito diferentes. Como em tantas outras áreas, o culto que presto à boa musica começa a ser algo devoluto e de pouca apreço.

Enquanto ávido consumidor da denominada Jmusic, não pertendo aqui apresentar os motivos que me levaram a apreciar este género. Aproveito sim, e na sequência do último post, para vos animar a pesquisar e encontrar coisas novas. Acima de tudo a gostar da música, porque só assim algum dia compreenderão o universo da Jmusic.





Entretenimento, ócio e cultura – a Televisão –

7 12 2007

 

Hoje enquanto fazia zapping descobri um excelente trabalho jornalístico do Socíologo António Barreto. Um pequeno documentário sobre os “50 anos de televisão em Portugal”, resultando ser um balanço critíco ao impacto que essa “caixinha” tem despertado nas gentes deste pequeno país chamado Portugal.

Embora, sem oportunidade para ver o trabalho na íntegra comprendi cabalmente a sua mensagem.

A televisão é um poderoso instrumento de manipulação de massas que vai moldando os telespectadores em função dos seus próprios interesses.

Apresentou um breve estudo comparativo entre as diversas televisões portuguesas, as suas audiências, a questão da publicidade, o rigor e critérios jornalisticos dos seus programas de informação, traçando um diagnóstico muito útil para quem se preocupa com estas questões. O resultado não poderia ser outro. A Televisão Portuguesa está enferma e adoeceu há muito, muito tempo.

“50 horas de Informação, 70 de Concursos e Talk-shows, 80 de Telenovelas e afins. “

Todavia, nos últimos anos, foram alteradas profundamente as regras do jogo abrindo um corredor de liberdade àqueles que não vêm as suas necessidades culturais, de entretenimento e informação entregues a uma maquina incípida, mas carregada de mecanismos de aculturação. Com o advento da internet enquanto nova forma de comunicação, surgiu um concorrente directo capaz de destronar a posição confortável deste orgão de comunicação social.